MELHORES VÍDEOS DE 2018

2018 foi um ano de muitos vídeos de skate. De full lenghts de marcas gigantes a vídeos de crews e mini-documentários, esse foi um ano que fez você perder boas horas assistindo skate de várias formas. 

Então a gente fez uma lista dos vídeos que a gente mais assistiu e você vê quais são no vídeo no nosso canal no youtube:

 

Quer saber também quais os vídeos favoritos de alguns nomes do skate brasileiro? Então se liga:

Alê Veloso Storyteller (Videomaker)

polar we blew it at some point (pontus alv)
plural singular (adelmo jr)
jobs? never (jim greco)
evisen video (Shinpei Ueno&Minami)

Eu curto muito esses quatro vídeos, me inspiraram muito esse ano, escolher um só é difícil. Polar é por ter aquela edição clássica do Pontus, que valoriza o barulho o skate e acho bem louco isso. O Evisen tem a loucura dos japas, o jeito que eles filmam com a VX é inspirador, inspirou o Colin Reed e uma legião de skatistas no mundo. O Plural tem partes muito fodas, a parte do Alysson Cabeça é muito foda, ver os quase suicídios do Vitinho, ver o Fabio andando naquele nível com quarenta e lá vai fumaça de idade, o Adelmo… Muito foda!

Mas pra mim o melhor é o Jobs? Never! porque por mais que esses outros que eu citei tem coisas que dão muita vontade de andar, o vídeo do Jim Grecco, além de dar vontade de andar, traz uma linguagem cinematográfica, completamente diferente, desde o título, o que rola no vídeo, uma parada subliminar para o que é o nome do vídeo mesmo… Os planos de câmera, por ser feito em 16mm, tem todo aquele clima de tensão e criar isso tudo é algo que me inspira porque é algo também um pouco do que faço nos vídeos que produzo. É inspirador pra caralho porque é o modelo não convencional e eu sempre vou apoiar o que pensa fora da caixa.

Acho que a gente está no momento de transgredir o próprio skate e o Jim Grecco já vinha fazendo isso com os outros vídeos anteriores dele e agora no Jobs? Never! é muito foda ver um skatista com uma linguagem tão legal na mente, criando roteiros e tal… Até o meu vídeo, o “Nada” é um pouco disso, o skatista e o videomakers podem ter ideias fodas.

Pra mim, Jobs? Never! é o melhor vídeo de 2018, sem dúvidas.

 

Adonis Perfeito (Costume)

Curti o GX100, os da Huf e o Polar.

 

Fabricio Figueroa (Videomaker)

GX-1000 – insanidade e verdade transbordando no vídeo todo!

Quasi – Mother – ilustra bem o skate que gosto, bem cru usando manobras simples em picos difíceis, mostrando o skate mais clássico mesmo. Eu não tenho muito o que falar, apenas sentir! (haha!)

Jobs? Never – licença poética no skate mostrando a transgressão do que realmente ocorre com a maioria dos skatistas e dialoga indiretamente com a ideia da escolha entre planejar e tentar construir um futuro confortável ou andar de skate e ir levando a vida como der.

Converse – Purple – o time é o mais legal, fora a câmera de zoom que pro skate da aquele charme.

Já os demais seriam partes bem especificas dentro dos videos, porem esses que citei dos full lengths são os que consigo parar e ver o vídeo todo!

 

Peu Frias (Videomaker)

Se fosse falar agora, de última hora, seria o GX, o Bronze e o Ruexistência.

(5 min depois) 

Troco o Bronze pelo Yardsale! É, provável que essa é a resposta!

 

Murilo Romão (Skatista)

O que mais curti foi o GX1000 Roll Up. Os caras são os mais destemidos do game. É legal porque sempre tem gente nova, não é uma crew fechada, quem está marretando em San Francisco, os caras estão filmando. Começou com o Jake Johnson e essa crew, mas nem apareceu nesse último, se você for ver. A parada é rotativa, acho louco isso! Vai dando espaço pra mais gente e é true demais! Parada feita entre amigos e os caras sem amor pela vida!

 

 

Laura Dias (Fotógrafa)

Eu tenho um favorito mas que não é muito conhecido, que foi o xushine da grazi.

Foi um vídeo curto mas que representou muito bem o skate feminino em ambas as partes, a xuxinha que me inspirou muito pra voltar a andar de skate e a grazi, que fez as imagens, viajou até barça pra fazer essa part da xuxa.

eu vi duas mulheres que amam o que fazem em um video e da pra sentir tudo isso!

 

Priscila Morais (Skatista; Living Legend, melhor pessoa!)

Gosto bastante do trabalho que a primitive faz valorizando a parada de vídeos, em uma era de Instagram, gosto da edição também e dos sons, primeiro voto: never;
O Sir Palmer eu gostei por ser um vídeo mais fluido do time, em sessões de skate.
E o Duets trouxe a parada mais técnica e o que há de mais alto nível de skate.
Gosto do plural também pela ideologia das pessoas envolvidas.
GX 1000 também curti bastante as imagens, mesmo achando a trilha não tão boa!

 

Douglas Prieto (Editor Chefe; Cemporcento Skate)

Eu escolho o Jobs? Never! do Jim Grecco. O vídeo é a síntese do que faz o skate apaixonante: quando você imagina que as ideias estão se esgotando, alguém inova de uma forma inspiradora e começa tudo de novo. “Jobs Never” tem um roteiro muito interessante, manobras padrão Jim Greco de criatividade, faz a conexão comercial com maestria, tem um ritmo que prende a atenção o tempo todo e colou pra sempre na minha lembrança a imagem da linha dele paralela ao trem.

 

Caetano Oliveira (Fotógrafo; Black Media)

Eu gostei mais do Quasi (Mother) porque tem o Jake Johnson.

 

Carlos Eduardo Elidio (Skatista; Suzano Legend)

Converse – “purple” e Supreme – “blessed”: Esses dois com uma trilha sonora muita boa, fiquei cantarolando muitos dias indo de motoca pro trampo, os sons do jake johnson e parte do nakel smith, com aparições do kevin bradley, o som da Mary J. Blidge me tocou de verdade. Sem falar na parte do Sage Elsesser, mano, olha as referências do mano, usando camisetas do Martir Luther King, Isaac Hayes, do filme blackspotation, “Shaft”, trilha do Sun Ra e o skate dele, loko demais de assistir, talvez a manobra mais style do vídeo seja o fakie crooked de front na bolda alta do pico francês “Le Dome”. O vídeo do Jim Greco, “Jobs Never” é um filme de skate, mostrando ele em várias facetas, skatista, diretor, ator. Que cuidado ele teve em fazer esse trabalho, não manjo nada de cinema, mas esse filme deveria ir pra Cannes, Sundance e outros festivais pelo mundão, haha. E a aparição do To Penny é a cereja do bolo. Épico!

 

Armen Kevork (Jornalista; Cemporcento)

Adorei o Doll da Girl, mesmo sabendo que não ia vir uma coisa bombástica, mas fiquei feliz por ver manobras dos caras que eu curto. Converse Purple é um puta vídeo foda! Na verdade eu estou entre dois: o Mother e o GX1000. O Roll é um vídeo de skate de verdade, com muita manobra boa, skate de verdade. Só pirambeira, só aquela coisa de streetão e esse ano foi o que conquistou meu coração, apesar do filme do Jim Greco também ser muito bom, mas fiquei entre esses e o Mother, da Quasi.

O Roll Up em primeiro e em segundo o Mother! Fora que os dois vídeos tem Frank Zappa no meio da trilha!

Quanto aos nacionais, eu curti muito o Parado em Movimento porque o Cesar Hideki fez um trabalho bem legal e sem ser com skatistas profissionais e só por esse fato, merece o voto! O Singular foi bom, o vídeo da Biscoito também e gostei muito do Tupode!

 

Rodrigo KBÇA Lima (Team Menager Vans; Fotógrafo)

O meu preferido é o Peace da Element porque fazia um tempo que não via um vídeo de marca que me fizesse querer andar de skate depois de assistir. Fazia também muito tempo que eu não assistia um vídeo do qual eu tivesse vontade de assistir de novo! O Peace já assisti umas 4 ou 5 vezes e toda vez que assisto, me prende a atenção. Gosto da trilha sonora, das imagens, da edição… A parte do do Evan Smith nem se fala! A parte do Brandon Westgate também, com homenagem pra H-Street… Acho que é um vídeo do estilo dos vídeos antigos, do jeito que eu gosto!

 

Squadshit (Squadshit mesmo)

Pra nós os “full” mais legais do ano foram:
O “We blew it at some point” da Polar porque é bem cru, limpo, direto, do Pontus e obviamente o Roll Up da GX1000 porque, puta que pariu, é muito foda, mas não indicamos assistir pois dá muita vontade de andar e andar rápido, risco de machucar, melhor não.
Mas se for pra escolher só um acho que Singular, porque somos clubistas sim, porque somos fãs do que o Adelmo faz sim e porque foi demais assistir na telona com tantos amigos juntos… Quem conseguir, DEVE comprar!

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